
A Rede Sucuri foi selecionada para participar da 6ª Teia Nacional Pontos de Cultura pela Justiça Climática, principal encontro da cultura brasileira em 2026, promovido pelo Ministério da Cultura. A iniciativa integra a programação na Categoria 8, de Comunicação Colaborativa, com o projeto “Saberes em Rede: jornalismo colaborativo e justiça climática”. A jornalista Safira Campos será a representante.
A proposta é a única do Centro-Oeste escolhida na categoria e prevê a produção de uma série especial de reportagens sobre os debates do evento, com destaque para as conexões entre cultura, meio ambiente e justiça climática, eixo central da Teia deste ano.
A 6ª edição será realizada de 19 a 24 de maio, em Aracruz (ES), e reunirá agentes culturais, redes e grupos comunitários de todo o país. O encontro marca a retomada da Teia após mais de uma década e ocorre em um contexto de expansão da Política Nacional de Cultura Viva, que reúne mais de 13,7 mil Pontos de Cultura certificados, número que mais que triplicou desde 2023.
O evento propõe integrar saberes ancestrais e contemporâneos no enfrentamento da crise ambiental e destacar o papel estratégico das iniciativas culturais de base comunitária na construção de soluções para a emergência climática.
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, a retomada do encontro representa um marco na reconstrução das políticas culturais. “Ao recolocar a Teia no calendário nacional, o ministério reforça a Cultura Viva como política estratégica de Estado, articulando diversidade cultural e participação social, em diálogo direto com agendas contemporâneas como a justiça climática e o bem viver”, afirmou.
A secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg, destacou a capilaridade dos Pontos de Cultura e sua atuação nos territórios. “Temos mais de 13 mil iniciativas espalhadas pelo país, promovendo inclusão e fortalecendo identidades, com ações que dialogam diretamente com a justiça social e climática. A Teia é um espaço de celebração, mas também de construção coletiva de caminhos para um futuro mais justo e sustentável”, disse.

